Às vezes, começo a escrever como quem deixa a porta entreaberta.Não sei quem vai passar.Nem se alguém virá.Mas gosto da ideia de que as palavras, quando sinceras, fazem vento.Escrevo porque não sei outra forma de existir senão tentando nomear o que ainda não se explicou.Às vezes, a palavra vem antes da compreensão. Às vezes, vem depois do choro.Mas sempre vem — se a gente souber escutar.Este espaço é um caderno aberto.Às vezes, será diário. Outras, silêncio.Às vezes, conto. Outras, apenas um gesto que se traduz em letra.E, se por acaso você passar por aqui — e algo se mover aí dentro —, deixa uma pergunta?Ou uma palavra. Ou um nome.Ou até o que nunca te perguntaram, mas você gostaria que alguém perguntasse um dia.Prometo: não é uma rede social. É só um lugar onde posso respirar mais lento.E talvez você também possa.
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Algumas respostas virão em texto. Outras talvez em poema.(Mas todas virão com cuidado.)


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