Nem sempre o que nos forma é o que o mundo vê.
Às vezes, o que nos escreve é o que ninguém soube nomear.
Fui ausência para muitos.
Mas, para mim, fui presença intensa — ainda que calada.
Houve um lugar onde meu corpo dobrado dizia mais que palavras.
Onde ser demais não era excesso, mas essência.
Ali, sem moldura, eu existia — inteira, doída, viva.
E hoje, ao me olhar, reconheço: fui escrita por silêncios que ninguém escutou…
mas que ainda ecoam dentro.
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