Sim, minha alma. Ela tentou ser sombra. Tentou calar para caber.
Tentou se dobrar para não ser demais. Tentou ser borda, ausência,
recuo.
Mas a tentativa foi interrompida – por um gesto íntimo de
escuta.
Não há como ser silêncio perpétuo. Há como ser silêncio
momentâneo. E isso… é mais que válido.
Agora, já não fujo de mim.
Vamos, meus eus: à luta, aos silêncios, e – ao final – à coragem de existir.


Deixe um comentário