Só ao quase se perder,
a voz se torna real.
Quem, então, a escutaria?
E ela insiste em ser.
A brisa a leva —
já rasa, já falha —
e o que chega
é o som do vento
com uma minúscula existência em voz.
Voz ou ruído?
Diria que som,
para não haver problemas.
Som este sonhado.
Por isso, talvez, incompleto.
Sonhado por mim —
mas pode ser
que passe em outros sonhos.
E parece paz.
Assemelha-se ao silêncio,
mas é seu oposto:
melodia.
Ínfima,
mas eminente
e imanente.
E, talvez,
eterna.
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Uma resposta para “A Voz que Não Nasceu Inteira”.
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Oi, Lara, Muito obrigado pela presença no lançamento de “Mil corações solitários” ontem. Foi uma alegria conhecê-la. Espero que curta o livro.Para facilitar nossa comunicação e o envio de fotos do lançamento, por favor, você poderia me informar o seu Whatsapp? Obrigado.Abraço fraterno.Hugo(11) 98282-0422
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